"As melhores e mais bonitas coisas neste mundo não podem ser vistas nem ouvidas, mas precisam ser sentidas com o coração".

Helen Adams

domingo, 31 de maio de 2009

Piso Salarial Profissional Nacional – Lei nº 11.738 de 16/7/2008


O que é?

Em 16 de julho de 2008 foi sancionada a Lei 11.738, que instituiu o piso salarial profissional nacional para os profissionais do magistério público da educação básica, regulamentando disposição constitucional (alínea ‘e’ do inciso III do caput do artigo 60 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias).

O piso salarial profissional nacional é o valor abaixo do qual os entes federativos (União, Estados, Distrito Federal e Municípios) não poderão fixar o vencimento inicial das carreiras do magistério público da educação básica, para a jornada de, no máximo, 40 (quarenta) horas semanais.

Qual o valor do Piso?
O valor do piso salarial profissional nacional para os profissionais do magistério público da educação básica com formação em nível médio na modalidade Normal foi fixado pela Lei em R$ 950,00 (novecentos e cinqüenta reais).

Governadores de alguns estados moveram Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) contra a lei. Em decisão cautelar, o Supremo Tribunal Federal (STF) definiu que o termo “piso” deve ser entendido como a remuneração mínima a ser recebida pelos professores.

Esse valor pode incluir gratificações ou outras vantagens pecuniárias?
De acordo com o artigo 2o da Lei 11.738/2008, até 31 de dezembro de 2009 admite-se que para atingir o valor do piso sejam computadas as vantagens pecuniárias pagas a qualquer título. Após essa data, ainda segundo a lei, o valor do piso deverá corresponder ao vencimento inicial da carreira.
Até que o STF analise a constitucionalidade da norma, no julgamento de mérito, os professores das escolas públicas terão a garantia de não receber abaixo de R$ 950,00, podendo ser somados aí o vencimento básico (salário) e as gratificações e vantagens. Esse entendimento deverá ser mantido até o julgamento final da ADI 4167.

Deve-se destacar que a definição do piso nacional não impede que os entes federativos tenham pisos superiores ao nacional. De qualquer forma, devem ser resguardadas as vantagens daqueles que percebam valores acima do referido na Lei. Assim, se um professor recebe atualmente uma remuneração mensal superior a R$ 950,00, seja ela composta de salário, gratificação ou outras vantagens, a implementação do piso poderá fazer com que tais vantagens sejam incorporadas ao seu vencimento, mas não poderá reduzir sua remuneração total.

Para que profissionais o Piso se aplica?
O valor de R$ 950,00 do piso se aplica para profissionais do magistério público da educação básica com formação em nível médio na modalidade Normal com jornada de 40 horas semanais.

Quais são os profissionais do magistério público da educação básica?
Por profissionais do magistério público da educação básica entendem-se aqueles que desempenham as atividades de docência ou as de suporte pedagógico à docência, isto é, direção ou administração, planejamento, inspeção, supervisão, orientação e coordenação educacionais, exercidas no âmbito das unidades escolares de educação básica, em suas diversas etapas e modalidades, com a formação mínima determinada pela legislação federal de diretrizes e bases da educação nacional.

Qual o valor do Piso para profissionais de nível superior?
A Lei não fixa valor para a remuneração de profissionais de nível superior.
O valor do Piso fixado para profissionais com formação em nível médio deve servir de ponto de partida para a fixação dos vencimentos dos profissionais de nível superior ou com outros graus de formação, a critério de cada ente federativo.

O que a Lei prevê em relação à carga horária dos profissionais do magistério?
A lei prevê que o piso de R$ 950,00 seja aplicado para uma jornada de 40 (quarenta) horas semanais.
Além disso, prevê que, na composição da jornada de trabalho, o limite máximo para desempenho das atividades de inteiração com os educandos é de dois terços dessa carga horária.
Em decisão cautelar da ADI 4167, movida pelos governadores, o STF declarou inconstitucional a regra que determina o cumprimento de no máximo dois terços da carga dos professores para desempenho de atividades em sala de aula. Esse entendimento deverá ser mantido até o julgamento final da ADI 4167.

Pode haver jornada inferior a 40 horas?
Não há qualquer vedação na Lei para instituição de jornadas inferiores a 40 horas.

Como devo calcular o valor do Piso para profissionais com jornada inferior a 40 horas semanais?
O Piso deve ser calculado de forma, no mínimo, proporcional.
Assim, por exemplo, para um professor de nível médio com jornada de 20 horas semanais (50% da jornada máxima de 40 horas semanais), o valor não poderá ser inferior a R$ 475,00 (50% do valor do Piso).

A partir de que data deve ser pago o piso?
O Piso deve começar a ser pago em 1º de janeiro de 2009, de forma progressiva e proporcional, tendo seu valor integralizado em 1º de janeiro de 2010.

Quanto devo pagar a partir de janeiro de 2009? Como calcular os 2/3 da diferença entre o valor do Piso e o valor vigente?
A partir de 1º de janeiro de 2009 os entes federativos que estiverem pagando para seus professores valores inferiores a R$ 950,00 deverão reajustar os salários com aumento de 2/3 da diferença entre o valor do piso e o valor vigente.
Assim, é preciso, inicialmente verificar qual a diferença entre R$ 950,00 e o valor praticado no município ou estado. Deste valor, 2/3 ou 66,66% deve ser acrescido ao valor vigente em janeiro de 2009 e o 1/3 restante, ou 33,33%, em janeiro de 2010, completando 100% do valor do Piso.

Exemplo 1: No município A a remuneração atual de um professor de nível médio com jornada de 40 horas semanais é de R$ 800,00. A diferença entre este valor e o Piso Nacional é de R$ 150,00. Essa diferença deverá ser progressivamente incorporada à remuneração do professor, da seguinte forma:

Valor pago atualmente no município A
R$ 800,00
Diferença entre o valor pago e o piso nacional R$ 150,00 (R$ 950,00 – R$ 800,00)
Aumento que deverá ser aplicado em 1/1/2009 R$ 100,00 (66,66% de R$ 150,00)
Total do vencimento em 1/1/2009 R$ 900,00 (R$ 800,00 + R$ 100,00)
Aumento que deverá ser aplicado em 1/1/2010 R$ 50,00 (33,33% de R$ 150,00)
Total do vencimento em 1/1/2010 R$ 950,00 (R$ 900,00 + R$ 50,00)

Exemplo 2: No município B a remuneração atual de um professor de nível médio com jornada de 40 horas semanais é de R$ 500,00. A diferença entre este valor e o Piso Nacional é de R$ 450,00. Essa diferença deverá ser progressivamente incorporada à remuneração do professor, da seguinte forma:

Valor pago atualmente no município B R$ 500,00
Diferença entre o valor pago e o piso nacional R$ 450,00 (R$ 950,00 – R$ 500,00)
Aumento que deverá ser aplicado em 2009
R$ 300,00 (66,66% de R$ 450,00)
Total do vencimento em 1/1/2009
R$ 800,00 (R$ 500,00 + R$ 300,00)
Aumento que deverá ser aplicado em 1/1/2010 R$ 150,00 (33,33% de R$ 450,00)
Total do vencimento em 1/1/2010
R$ 950,00 (R$ 800,00 + R$ 150,00)

Como se dará a complementação da União?
A complementação da União para fins da integralização do valor do piso salarial se dará dentro dos limites fixados no inciso VI do caput do art. 60 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias que diz que até 10% (dez por cento) da complementação da União ao FUNDEB poderá ser distribuída para os Fundos por meio de programas direcionados para a melhoria da qualidade da educação.
As diretrizes, requisitos, critérios e forma para a distribuição destes recursos entre os entes federativos que não tenham disponibilidade orçamentária para cumprir o valor do piso salarial., ainda carecem de regulamentação, conforme previsão expressa da Lei.
De qualquer modo a complementação da União só deverá ocorrer a partir de 1º de janeiro de 2010 quando o valor do Piso será integralizado pelos entes federativos.

O que a Lei diz sobre Plano de Carreira e Remuneração?
A Lei diz que a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios deverão elaborar ou adequar seus Planos de Carreira e Remuneração do Magistério até 31 de dezembro de 2009, tendo em vista o cumprimento do piso salarial profissional nacional para os profissionais do magistério público da educação básica.


FONTE: SITE DO MEC!!!

TROQUE UM PARLAMENTAR POR 344 PROFESSORES


Prezado amigo!

Sou professor de Física, de ensino médio de uma escola pública em uma cidade do interior da Bahia e gostaria de expor a você o meu salário bruto mensal: R$650,00? Pode????

Eu fico com vergonha até de dizer, mas meu salário de R$650,00. Isso mesmo! E olha que eu ganho mais que outros colegas de profissão que não possuem um curso superior como eu e recebem minguados R$440,00. Será que alguém acha que, com um salário assim, a rede de ensino poder contar com professores competentes e dispostos a ensinar?

Não querendo generalizar, pois ainda existem bons professores lecionando, atualmente a regra é
essa: O professor faz de conta que dá aula, o aluno faz de conta que aprende, o Governo faz de conta que paga e a escola aprova o aluno mal preparado. Incrível, mas é a pura verdade!
Sinceramente, eu leciono porque sou um idealista e atualmente vejo a profissão como um trabalho social. Mas nessa semana, o soco que tomei na boca do estomago do meu idealismo foi duro!
Descobri que um parlamentar brasileiro custa para o país R$ 10,2 milhões por ano. São os parlamentares mais caros do mundo. O minuto trabalhado aqui custa ao contribuinte R$ 11.545.

Na Itália, só gastos com parlamentares R$ 3,9 milhões, na França, pouco mais de R$ 2,8 milhões, na Espanha, cada parlamentar custa por ano R$ 850 mil e na vizinha, Argentina, R$ 1,3 milhões.
Trocando em miúdos, um parlamentar custa ao país, por baixo, 688 professores com curso superior !
Diante dos fatos, gostaria muito, amigo, que você divulgasse minha campanha, na qual o lema ser é
"TROQUE UM PARLAMENTAR POR 344 PROFESSORES".
COMO VOCE VAI VOTAR DEPOIS DE LER ESTA MATÉRIA??

Obs.: Recebi por e-mail e achei interessante postar!

sábado, 23 de maio de 2009

VALORES DA LÍNGUA PORTUGUESA


Essa língua tem história
Então eu vou lhe falar
A linguagem não verbal
Está em todo lugar
Um sistema organizado
Que vem dos antepassados
Para nos comunicar

Já a língua verbal
É a língua que falamos
Ela está em todo canto
Quando nos comunicamos
Um sistema organizado
Que vem também do passado
A qual nos adaptamos.

Eu sou o seu remetente
Estou mandando mensagem
Você é destinatário
Peço que tenha coragem
Não é por causa da rima
Dê valor a essa língua
Que vem dos antepassados.

Com a mistura de línguas
Deu origem ao Português
Vem sofrendo alterações
Eu vou dizer a vocês
Ela veio de um local
Onde hoje é Portugal
Aprenda com rapidez.

Esse local que falei
Chama-se Península Ibérica
Onde se localiza Portugal
A língua ninguém despreza
Não importa o lugar
O importante é falar
E aprender quinem reza

Quando os colonizadores
Invadiram o Brasil
Aqui em nosso país
Vivia gente sutil
Tinha sua própria língua
Muitos não conhecem ainda
To falando do Brasil

Os índios tinham suas línguas
O Tupi, o Guarani
Sei que existiam muitas
Eu também não conheci
Então tendo essa mistura
Comparo com a cultura
Que tem em nosso Brasil.

O Português é falado
Também em outros países
Não sabendo o total
De pessoas que existe
Falando o Português
Aprenda com rapidez
Só aprende quem persiste.

Variedade lingüística
Também característica
Dizendo bichim, ochente
Do nordestino ao sulista
Do norte ao centro oeste
Ou mesmo cabra da peste
Isto é variedade lingüística

Cada qual tem sua forma
Para se comunicar
Essa mistura gostosa
Está em todo lugar
Defendendo com bravura
É uma grande cultura
Seja aqui ou também lá

No meio das profissões
Tem maneiras de falar
Eles têm as suas formas
Para se comunicar
São maneiras diferentes
Eles pensam de repente
Em quase todo lugar.

Rosilda Firme da Silva
Aluna - Travessia II

domingo, 17 de maio de 2009

sexta-feira, 15 de maio de 2009

VIVER E NÃO TER A VERGONHA DE SER FELIZ...

Ler para quê? E porque temos que lê?


Por quê? É preciso? Para quê?
Entre tantos meios de comunicação mais importante e mais rápido, a exemplo podemos ver a tecnologia: internet - onde podemos encontrar quase tudo de forma fácil e rápida, pra que lê? Tendo em vista que a sociedade esta mudada ou vem mudando a cada dia, esquece-se de viver, não se sente mais emoção, carinho, compaixão, entre outros, através do ato da leitura.
Leitura… isso ainda existe? Parece que essa palavra foi tirada do nosso vocabulário, não há mais interesse por esse mundo. É preciso buscar uma forma de instigar o prazer pela leitura. Só se faz leitores, lendo. A leitura forma cidadãos conscientes, participativos, amorosos, idealistas, entre outros.
Faz-se necessário propagar a necessidade que se tem sobre o fato de consumir letras, palavras, frases e até textos. É preciso rever esse conceito, a origem, e para que serve a leitura.
As escolas também deverão abrir as portas para essa ação. Deverão ser preconizadoras desse ato. Pois na maioria das vezes solicita-se a leitura dos alunos, quando o próprio docente não gosta de ler ou não é leitor assíduo.
E... afinal, que leitor a escola publica brasileira está formando?

segunda-feira, 4 de maio de 2009

PARABÉNS EQUIPE DE GESTÃO


A equipe de gestão da Escola Mun. José Gonçalves do Nascimento estende convite a toda comunidade solidanense para comemoração do Dia das Mães. A escola oferecerá um grandioso jantar.
Os professores agradecem aos patrocinadores!

domingo, 3 de maio de 2009

LEITURA DE IMAGENS



Primeira atividade do projeto de leitura: produção e leitura de textos de imagens.

A leitura, proposta nos PCNs a partir do modelo interativo, deve ser entendida como um processo no qual a informação flui tanto do texto para o leitor quanto do leitor para o texto. Observa-se uma interação entre autor/texto/leitor, na qual o sujeito leitor não permanece apenas num papel passivo de decodificador de palavras, ou frases. Todo o seu conhecimento de mundo pode ser ativado para elaborar e verificar hipóteses de leitura sobre o assunto do texto; negociar ou inferir significados; hierarquizar o texto, separando idéias principais e secundárias; estabelecer objetivos de leitura e definir níveis de acesso ao material lido segundo os mesmos; associar imagens e texto verbal na construção de sentidos, entre outros procedimentos.
Paulo Freire, também aponta que leitura é bem mais que decodificar palavras: é ler o mundo. E, atualmente, utilizamos constantemente a linguagem não-verbal. Diante de um mundo repleto de mensagens pictóricas, a leitura também envolve ler imagens. Aprender a ler e produzir imagens é uma necessidade de compreensão do mundo e de suas modificações, e também do fazer artístico. Toda imagens tem sua história, e produzir junto com os alunos de uma 5ª série histórias não verbais é um desafio enriquecedor, além de aprenderem e valorizar o fazer artístico, também compreendem o olhar que vai além dos olhos. É comum dizer que as imagens possuem uma linguagem visual

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BRASIL. PCN de Ensino Fundamental – 3o e 4o ciclos; Língua Estrangeira. Brasília: MEC, 1998.
––––––. PCN de Ensino Médio – linguagens, códigos e suas tecnologias. Brasília: MEC, 1999.
FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler. In: A importância do ato de ler em três artigos que se completam. 45ªed. São Paulo: Cortez, 2003.
KLEIMAN, Angela. Leitura: ensino e pesquisa. 2ª ed. Campinas: Pontes, 1996.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

DEPOIMENTO DE ALUNOS DO TRAVESSIA


Travessia: porta aberta para o futuro
não importa sua idade
sempre é tempo para aprender


Travessia é uma oportunidade que as pessoas estão tendo para aprimorar seus conhecimentos.
Tanto para aqueles que não quiseram estudar no tempo certo, e os que não tiveram oportunidade.
O programa é corrido, mas muito bem elaborado. As teleaulas explicam com clareza, com excelentes professores que atuam na cenatexto.
Temos também professores na sala de aula que auxiliam as teleaulas, eles são ótimos, pois aperfeiçoam as explicações das teleaulas.
Eu já estou com 41 anos, não vou desfrutar muito desse aprendizado, pois não tenho mais idade adequada para o mercado de trabalho, mas em compensação vou aprimorar meus conhecimentos, atualizar-me, relembrar o que já foi esquecido e muito mais...
Travessia para mim é como se fosse uma terapia em grupo, como se eu estivesse em um SPAR desfrutando das delicias da vida, aproveitando o que perdi na juventude, não por falta de oportunidade, mas falta de vontade.
Minha mãe me deu todas as oportunidades, mas joguei tudo no lixo, sabe adolescente na sua rebeldia.
Hoje me arrependo e busco o que perdi, sei que é um pouco tarde para encontrar, mas vou fazer de conta que tenho 16 anos para que a desilusão não atrapalhe o que tanto almejo que é conseguir terminar o curso com sucesso, mesmo que seja para minha própria satisfação já que este gosto não dei a minha mãe.
Portanto, aproveitem bem as aulas do Travessia, oportunidades assim não surge sempre em nossas vidas.
Edneia Francisca de Souza Nunes
Aluna do Travessia

QUER SER UM BOM LEITOR?!?


Aprenda a gostar de ler...

Uma boa leitura dispensa com vantagem a companhia de pessoas frívolas.
Em muitas ocasiões a leitura de um livro fez a fortuna de um homem, decidindo o curso de sua vida.
A leitura deve ser para o espírito como o alimento para o corpo, moderada, sã e de boa digestão.